Quanto cada um deve ganhar na empresa? Quanto cada um merece? Isso foi uma das perguntas que sempre fizemos, e no fim, aplicávamos a média no mercado.

Mas foi conhecendo uma pessoa incrível que trabalhou conosco, que vimos a necessidade extrema de re-pensar isso. Vimos que os salários são definidos praticamente por privilégios, ou seja, quanto mais privilégio, menos concorrência, logo mais a pessoa ganha… Ou seja, quanto mais privilégios teve em relação a educação, mais “valorizado” o cargo que assume e mais privilégios em relação a salários!

Nessa análise, chegamos ao consenso que não deve importar o cargo e a função, mas sim as habilidades para a função, afinal, todas as funções são importantes, e aquelas que não são, devem ser cortadas. E então criamos o seguinte quadro:

Agora basta posicionar o colaborador no quadro, através das habilidades na função exercida, e chegará no salário, sempre usando como base no maior salário da empresa!

Logo, não importa se trabalha com suporte, limpeza, gerente de área ou diretor, a diferença de salário nunca será mais que 2x; Se o maior salário dentro da empresa for R$ 6.000,00, o menor salário Pleno, obrigatoriamente, será R$ 3.000,00 e o Iniciante, ou estagiários, por exemplo, ganhariam no mínimo R$ 1.200,00.

Acreditamos que todos, em até 5 anos de empresa, consiga alcançar o conhecimento Pleno em sua função;

Você conhece a parábola da “Formiga Desmotivada”? Para entender melhor essa questão de formação de salários, podemos usar essa parábola e re-pensar: “Qual seria o salário de cada personagem?” rs